Hoje eu escrevo não apenas como jornalista, mas como torcedora. Eu e toda a minha família temos no coração uma paixão que atravessa gerações: o Goytacaz Futebol Clube. Não é só um time, é parte da nossa história, da nossa identidade, do nosso jeito de viver o futebol.
O Goyta, o alvianil da Rua do Gás, o azulão, o mais querido… são muitos os apelidos, mas todos carregam o mesmo significado: amor. Amor de uma torcida que canta, que sofre, que vibra, que chora, mas que nunca abandona. Amor de quem veste azul e branco não só nos jogos, mas na alma.
Este ano, o nosso clube completa 113 anos de muita história. Uma trajetória marcada por conquistas, rivalidades inesquecíveis e momentos que emocionaram toda uma cidade. Um patrimônio de Campos dos Goytacazes que precisa ser valorizado, preservado e, acima de tudo, respeitado.
E dentro de tantas lembranças, temos também o nosso maior orgulho como família: o tempo em que nosso filho, João Victor, defendeu o Goytacaz nas categorias de base. Ver ele entrar em campo com a camisa alvianil foi uma emoção indescritível, daquelas que ficam guardadas para sempre no coração.
O que nós, torcedores, mais queremos é ver o Goyta de volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído: a primeira divisão. Esse é o espaço do Azulão, esse é o palco onde o mais querido deve brilhar. Porque o Goytacaz não é só um clube de futebol, é tradição, é cultura, é memória viva do nosso povo.
Fica aqui o meu desejo – e o da minha família – de que os próximos anos sejam de reconstrução, de conquistas e de muita alegria para todos que carregam no peito esse amor centenário. Porque uma coisa é certa: time pode até ter altos e baixos, mas o coração alvianil nunca deixa de bater forte.
Parabéns, Goytacaz!





